Archive for the ‘Inovação’ Category

Ruptura e atividades in-company 2010

quinta-feira, agosto 19th, 2010

arte para mailing roadshow

Com o lançamento de meu novo livro estou dando início ao meu ciclo de atividades in-company que se baseiam neste meu livro, nos formatos palestras e workshops, e que são destinadas a apoiar empresas nos processos de planejamento para o ano de 2011.

Meu objetivo desta feita é provocar e inspirar líderes empresariais que sabem que estar antenado com a política é crucial para o sucesso de seus negócios.

Empresas dependem fortemente da agenda pública e governos. Direta ou indiretamente. Seja o governo no papel de comprador, seja como regulador ou como indutor de mercado. E, ao longo dessa década que se inicia em janeiro, muita mudança vai estar acontecendo na política e na agenda das políticas pública. Seja por bem, seja por força de circunstâncias…

Ruptura é um livro aconselhável para dirigentes empresariais que estão antenados nas oportunidades de parcerias público e privadas e também para os que lideram os mais diversos setores, compreendendo um leque amplo de atividades, desde infraestrutura, energia, construção, concessões, desenvolvimento urbano, até serviços como  tecnologia de informação, educação e saúde, etc.

Este é o meu quinto livro e foi desenvolvido com base em minha experiência como consultor de estratégia com mais de vinte anos de serviços prestados para empresas no Brasil e no exterior, dos mais diversos setores, e também como consultor de organizações internacionais de desenvolvimento, como ONU, Banco Mundial, Banco Interamericano, e ainda para diversas instâncias de governos.

Sempre envolvido com temas de inovação e mudança, procurei desenhar criativamente em Ruptura uma perspectiva diferente e instigante para os líderes que sabem que compreender a política, e não apenas o mercado, é parte crucial da inteligência em negócios.

O livro estará chegando às livrarias em setembro, estará disponível também em formato e-book e ainda no formato print on-demand customizado para empresas.

Caso sua empresa tenha interesse em se informar sobre edições especiais de meu livro e/ou de minhas palestras e workshops corporativos, não hesite em me contatar.

Ah! Meus outros livros lançados desde 2004 são:

tira capas hrztal

É bom refletir se você está se preparando…

sexta-feira, novembro 13th, 2009

ou se vai se tornar um jurássico digital!

A digitalização do livro

quarta-feira, outubro 14th, 2009

frankfurt messe

O Paulo Coelho está na capa de Época apresentado o Kindle. É a matéria de capa desta semana que anuncia o desembarque do Kindle no Brasil. Mas a bomba está explodindo mesmo é no colo da fina flor da rapaziada que comanda o mercado editorial mundial e que está reunida na Alemanha, na Feira de Livros de Frankfurt, a maior do mundo.

Ali o pessoal da indústria do livro está metido em conversa de uma nota só: o maremoto do livro digital chegou! Agora começa a acontecer com cadeia produtiva do livro aquilo que já aconteceu com a indústria fonográfica e com a indústria fotográfica. É a digitalização do livro.

Vai mudar tudo. Mas tudo mesmo! Do editorial à livraria. Da gráfica ao varejo. Dos sebos às bibliotecas. Da produção do papel à logística, etc. etc. Não adianta ser ou ter sido uma grande editora ou ser ou ter sido um grande publisher. Agora o jogo está sendo iniciado e não importa muito de onde você veio.

De qualquer forma, eu aposto: o livro vai ficar mais barato e mais acessível.  As pessoas vão ler mais livros do que jamais leram. Vai aumentar o mercado e vai ter mais espaço para a produção e internacionalização dos autores e editoras.  No final todo mundo vai perceber que uma coisa de qualidade, quando a gente lê, não importa se está numa tela ou no papel.

Só vai se prejudicar quem tiver medo de inovar e mudar e sair surfando essa mudança civilizatória que tem a mesma característica disruptiva da invenção de Gutemberg. Nos anos anos à frente vai se consolidar a tendência: a maior parte dos livros vai sair mesmo é no formato e-book. Mas, paradoxalmente, o livro em papel vai ser a forma perene e mais desejada e não vai morrer nunca. Vai ser um queridinho mesmo para a rapaziada digital.

No meu livro Novo Mundo Digital – lançado em 2007 e que já está sendo preparado para chegar em formato e-book ao mercado – eu tasco lá logo no primeiro capítulo intitulado Manchetes do Futuro:

“Os jornais diários em papel acabaram e o mercado de livros vem paradoxalmente crescendo com extrema vitalidade.  Quando se fala em notícia, tudo agora é on-line. Em especial depois que a velocidade de conexão ultrapassou a barreira dos 10 gigabits por segundo, mesmo em wireless. Por outro lado, indo na contramão das análises de tendências de mercado dos especialistas, o segmento editorial deu um salto de crescimento. A indústria editorial nunca esteve tão bem. O livro se tornou um produto mais desejado pelas pessoas. Ele tem permanência e charme em um mundo onde tudo é digital. A produção gráfica se tornou mais caprichada, com design mais arrojado. Além disso, o preço do livro caiu graças ao crescimento da economia de escala. Com o livro visto como uma espécie de suvenir de conhecimento, as editoras passaram a personalizar edições: você pode comprar um mesmo texto com diferentes opções de formato, capa, textura e ilustrações.”

O Paulo Coelho pode ficar com o Kindle. Eu fico mesmo é o modelito aí em baixo,  alimentado por bateria solar que a coreana LG está lançando Cool

LG-Displays-solar-powered-001

O tal do “pré-sal” visto de um outro ângulo

quarta-feira, setembro 2nd, 2009

Eles diziam que não seria possível tocar a agricultura sem braços escravos. Com base nesse tipo de visão e com argumentos desse tipo o Brasil acabou sendo o último país do mundo a abolir a escravidão e ainda se atrasou meio século em acertar o passo com os novos tempos da revolução industrial.

Basta você olhar a figura abaixo, que me foi apresentada pelo professor Stepan Krauter do Instituto Fotovoltaico de Berlim, para entender como a humanidade vai realizar, em uma geração, a transição definitiva em direção às energias renováveis, deixando para trás o tempo dos combustíveis fósseis.

 

energia solar stefan krauter

 Essa é uma verdade que vai ser desvelada de forma muito rápida, de forma análoga ou mais rápido ainda que a revolução digital. Veja o vídeo abaixo e passe a considerar essa transição como uma das tendências mais fortes das próximas décadas.

 

Os perigos da miopia macroeconômica

quinta-feira, agosto 27th, 2009

VUW

Não é teste de oculista!

FT, WSJ, Valor, Exame, colunistas importantes como Miriam Leitão no Brasil, etc. tá todo mundo discutindo se é “V”, “U” ou “W”. “V” equivale a prever que a crise iniciada em 2008 está definitivamente para trás. “U”? Será que vamos sair dela mais lentamente e voltar ao business as usual no começo do ano que vem? Será que vai ser uma retomada lenta? “W”? Será que é bom se preparar para uma reincidiva logo ali na esquina?

Se você é do nível estratégico-político de uma organização (conselho de administração, por exemplo) ou então do nível estratégico-empresarial (CEO ou diretor) não se iluda gastando a maior parte de seu precioso tempo sendo pautado pelos analistas econômicos na tentativa de visualizar cenários.

A visão macroeconômica é muitas vezes altamente enganadora. A agregação de diversos fatores é por vezes tão macro que os analistas não se dão conta de forças poderosas que estão nascendo no micro.

As microtendências são as sementes do um médio e longo prazo. Na verdade, as microtendências podem ser movimentos sísmicos e tectônicos muito mais poderosos do que a conjuntura do presente e do curto prazo, se configurando de forma subterrânea sem que ninguém consiga detectar. Muitas vezes seus negócios serão mais afetados pelas microtendências do que por variações macroeconônomicos conjunturais.

E aí? Como evitar ficar preso da miopia macroeconômica? O grande desafio para tentar identificar as microtendências que podem potencialmente se tornarem as grandes forças que vão dominar no médio e longo prazo é tirar em primeiro lugar as pessoas que tomam decisões estratégicas do foco exclusivamente operacional em termos da empresa e também do foco macroeconômico que é ditado pelos analistas econômicos. O segundo desafio é encontrar metodologias criativas e colaborativas de tentar pescar no presente os sinais do amanhã. Esse exercício é o que chamo em meus livros de Arqueologia Reversa do Futuro.

Cases ilustrativos? Tenho atendido alguns clientes nesse desafio de realizar a Arqueologia Reversa do Futuro através de um exercício colaborativo que chamo de Workshop de Cenários. Não é bruxaria nem ciência porque futuros não se revelam pra ninguém, seja você cientista, economista ou charlatão! É um pouco de arte e especulação criativa assistida por alguma ciência. É a única maneira responsável de pensar futuros. Cool Como?

Vou procurar mostrar uma microtendência que detectamos com alguns clientes e como fomos buscar indicadores para validar essa microtendência usando criatividade, intuição e pesquisas quanti-qualitativa. Mas isso fica para próximos posts.

Gamechangers: vanguarda das organizações

terça-feira, agosto 11th, 2009

inovacao versus mudanca

Todo mundo sabe que consultor é um bicho que adora inventar esses desenhos explicativos, não é?  Chic

Em meu novo livro, o qual eu utilizo como ferramenta de serviços consultivos, uso a figura acima para ajudar a mostrar a categorização que desenvolvi acerca das empresas, e organizações em geral, conforme sua capacidade de inovar e de mudar. 

 Inovar não é a mesma coisa que mudar. Inovar é produzir variabilidade. Mudar é articular as variabilidades de forma a obter combinações sistêmicas mais evoluídas, por exemplo, como passar de lagarta para borboleta.

 No meu livro você vai encontrar casos de organizações que podem ser qualificadas em todos os quadrantes do desenho acima. Em meu livro demonstro que as organizações que estão na vanguarda da transição para a Economia do Conhecimento são aquelas que têm alta capacidade de inovar e mudar. Essas são as estrelas que vão corajosamente na frente, experimentando, assumindo riscos, inovando incansavelmente, reinventando os modelos organizacionais, criando novos padrões e criando novos tipos de jogos. É daí que vem o nome em inglês: gamechanger, isto é, que muda o jogo.

 Nenhuma organização está condenada a ficar no estado presente. Organizações reativas, tanto quanto tradicionalistas e criativas podem dar um arranque e se tornarem gamechangers. Esse é aliás o grande desafio de evolução organizacional: passar para a condição de gamechanger.

 Elevar uma empresa para a condição de gamechanger é a responsabilidade número um da liderança.
Isso é estratégia. O resto é sobrevivência. Caso a liderança não entenda que sua responsabilidade é promover essa evolução, mais cedo ou mais tarde a organização se torna obsoleta, jurássica, irrelevante ou … simplesmente desaparecerá.

 Muitas empresas estão entendendo que inovar e mudar deve ser responsabilidade não só do topo diretor mas de todo colaborador. Não é mais tampouco responsabilidade exclusiva do pessoal de P&D inovar. Todo mundo deve ser mobilizado para essa tarefa vital e estratégica: inovar e mudar de forma permanente.

 Essa é a razão de muitas empresas estarem criando uma instância formal para fomentar a inovação e a mudança. Daí tantos departamentos, diretorias e superintendências de inovação sendo criados com a responsabilidade de clonar no DNA da organização o gene da inovação e mudança permanente.

 Tenho ajudado a várias empresas nesse processo de formulação de estratégia, na gestão da inovação e da mudança visando a evolução organizacional para a condição de gamechanger. São serviços que frequentemente começam em tempos e atividades de planejamento corporativo. Tempo de Pensar Fora da Caixa na forma de palestras, workshops, ateliês, coaching e outras modalidades consultivas são alguns dos exemplos dos meus serviços. Nenhuma dessas modalidades é um serviço, digamos assim, “de prateleira”. Afinal cada organização é única. 

 Claro que tenho interesse em receber contatos de empresas interessadas em meus serviços Cool . Entretanto tenho também o interesse em conhecer casos exemplares de empresas que estão entendendo o desafio de evoluir para a condição de gamechanger. É instrutivo também ouvir os casos de involução e de resistência a mudar e inovar. Se você tem casos interessantes, comente aqui ou envie um e-Mail para mim.

Programa Mundo Corporativo CBN – minha entrevista sobre o Tempo de Pensar Fora da Caixa

segunda-feira, agosto 3rd, 2009

entrevista na CBN

Ué! Programação de rádio com video? Que pode ser ouvida ou assistida também no computador ou no celular? Que pode ser consumida não apenas em tempo real, mas na hora que você quiser e até ser guardada em seu computador, em mp3, no seu DVD. Eu, hein!!!

Ué… Assim rádio pode competir com tv, cinema, jornal e revistas… Pode sim! O segredo é pensar um modelo de negócio digital no qual o rádio fique fortemente inserido na internet! E é isso que o pessoal da rádio CBN tem tentado fazer. Eles estão rejuvenescendo de maneira extraordinária algo que muita gente acreditava que fosse parte do passado: o rádio como meio de comunicação.

Aproveitando a internet, a CBN ampliou seus horizontes de forma extraordinária. Para ouvir a CBN você não tem apenas a opção de sintonizar o rádio. Vá de www.cbn.com.br e você descobre que o site da CBN é um portal que reúne toda programação, seja essa em tempo real ou passada. Além disso, descobre que essa programaçao vem com o conteúdo turbinado incorporando imagens em video.

Nesse novo modelo de negócio para o rádio na internet, existe possibilidade de ter mais diversidade de conteúdo, mais permanência e mais acessibilidade.  Simples e genial, não?

Recentemente dei uma entrevista sobre o meu livro Tempo de Pensar Fora da Caixa para o Heródoto Barbeiro, em seu programa Mundo Corporativo, na CBN . Foi veiculada no sábado passado. Você perdeu? Não tem problema. Está tudo lá disponível no site da CBN. Quer ir de podcast ou vídeo? Clique aqui.

Porto Digital do Recife – o melhor exemplo de vanguarda no Brasil da Sociedade do Conhecimento

segunda-feira, junho 22nd, 2009

O Brasil é um país de várias nações. Nações que vivem em paz e que falam a mesma língua, mas que são de fato muito diversas do ponto de vista cultural. O país das Minas Gerais tem pouco a ver com  a nação dos cariocas; por sua vez a nação paulista é muito distinta da nação cearense; gaúchos nem de longe se parecem com os cidadãos da nação chamada Bahia. E por aí vai…

Pernambucanos são altivos, meio aristocratas e cultivam uma certa mistura de mania de grandeza com altivez. Eles próprios se encantam em decantar essa característica dos patrícios de Gilberto Freyre, Joaquim Nabuco, Ariano Suassuna e tantos outros notáveis. O melhor exemplo é aquela conhecida gozação, que eles mesmos adoram fazer, sustentando que “o oceano Atlântico nasce do encontro do Capibaribe com o Beberibe”!

Mas eu acho positiva essa característica pernambucana. Ninguém faz algo realmente grande na vida se não tiver essa coisa meio cósmica de se achar um grande ator com um papel de destaque. Desde 2001, data formal da constituição do Núcleo Gestor do Proto Digital do Recife, os pernabucanos têm algo que faz justiça a essa característica. Eles estão desenvolvendo, na minha opinião, a mais importante experiência em curso no Brasil inteiro de criar um cluster produtivo, público e privado, de organizações de vanguarda da Economia do Conhecimento. Esse será um dos assuntos recorrentes em meus próximos posts que resulta de minha mais recente Expedição em Busca de Inovações de Ruptura

Clique na figura abaixo e você verá a apresentação que assisti semana passada e que me foi feita na reunião com Leonardo Guimarães e Aurélio Molina, respectivamente diretor executivo e diretor de inovação do Porto Digital. 

Expedição em Busca de Inovação: Porto Digital – Recife

domingo, junho 21st, 2009

Aproveitei o lançamento de meu livro feito no CDP-IBMEC no Recife na semana que passou para fazer uma visita ao Porto Digital e ao CESAR – Centro de Estudos Avançados do Recife. Fazia tempo que eu estava me devendo essa expedição. Cool  

Chega dessas bobagens de investir em infraestrutura tipo Brasil Grande dos anos 70 e de privilegiar a produção de commodities ou de riquezas naturais. O Porto Digital e o CESAR constituem o verdadeiro rumo que o país inteiro deveria considerar como a direção certa a tomar. O resto é passado!!!

Nos próximos posts vou falar mais dessa ousada e ambiciosa investida que os pernambucanos estão fazendo na direção da Economia do Conhecimento.

Bom final de semana!

bairro-do-recife

Expedições em busca de inovações de ruptura

quarta-feira, junho 17th, 2009

Eu tenho um projeto pessoal que venho desenvolvendo já há vários anos. Neste meu novo livro,  Tempo de Pensar Fora da Caixa,  eu resolvi assumir publicamente que tenho uma agenda “secreta” de viagens de observações que intitulei de Expedições em Busca de Inovações de Ruptura.

Que era público e notório que eu sou ligadissimo em inovação & mudança já não era novidade. Meus quatro livros que foram escritos e lançados desde 2004 tratam de cenários, análises e discussões sobre a transição da era pós-industrial para o que chamo de Sociedade Digital Global. Outra amostra? Minha coluna quinzenal na revista Época, onde tive a honra de escrever entre março de 2006 e agosto de 2008, que se chamava Nossa Bússola, mas tratava sempre era de inovação & mudança.  

Em pouco mais de duas décadas já estive em quase sessenta países e em um sem-número de cidades pelo Brasil, seja trabalhando para clientes, fazendo palestras ou então viajando a passeio. Mas nunca deixei de ter mesmo como a mais especial de minhas preocupações o desejo de ver o que anda acontecendo em termos de inovação. E é dessas observações que espremo um sumo, o qual trabalho e desenvolvo em meus livros, palestras, blog e colaborações para a imprensa, seja na forma de colunas, de artigos e de entrevistas.

Além de ganhar espaço em meus livros, algumas de minhas expedições chegaram a virar matéria especial ou coluna na mídia. Esse foi o caso de minha expedição a Israel, onde fui tentar entender como aquele pequeno país, com metade da população e metade da área do estado do Rio de Janeiro, se tornou em apenas duas décadas uma usina de patentes high-tech de primeira grandeza; a ponto de conquistar a posição de segundo país com o maior número de empresas negociando papéis na NASDAQ, a bolsa de alta tecnologia de NY. (Israel só perde para os EUA nessa competição!) Ou então a minha expedicão à Alemanha no ano passado com o objetivo de entender como aquele país se tornou a vanguarda da energia renovável.

Me permitam um tempinho para ir organizando e trazendo aqui para o blog o registro das expedições passadas. O importante é que, a partir de agora, vou trazer aqui algumas de minhas expedições na medida em que forem acontecendo!

Vou aproveitar minha ida nesta semana para realizar no Recide o roadshow de lançamento de meu livro e vou visitar o Porto Digital e também o CESAR – Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife. Lá tem uma coisa muito grande, séria e importante que foi iniciada há pouco mais de uma década e que está na vanguarda da Sociedade do Conhecimento.

Meu principal interlocutor nesta expedição no Recife vai ser o “cara”. Ele mesmo: Silvio Meira, o cientista-chefe do CESAR! Clique na figura para ver o vídeo diretamente no site do CESAR.

tv-cesar

Ah, o lançamento de meu livro no Recife?  Announce:

cartaz-roadshow-recife

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