Archive for janeiro, 2009

A capa de meu novo livro!

sexta-feira, janeiro 30th, 2009

Meu editor acaba de liberar a capa do meu novo livro, que vai sair como um dos títulos do catálogo de Estratégia da Editora Campus/Elsevier, no dia 19 de março. Eu gostei Smile E vocês?

 

Este é o quarto! Antes dele foram:

 
 

Nuvens mudando de forma? Política com “p” maiúsculo?

terça-feira, janeiro 27th, 2009

Política é algo que gosto imensamente de discutir. Talvez seja parte do meu DNA de mineiro. E eu gostaria de, volta e meia, falar sobre isso neste blog, ainda que se trate de inovação & mudança. Por quê não?

Abra-se um espaço ponderativo: Clock

O grande problema é que hoje a política tem sido uma arena onde o talento tem estado virtualmente ausente. Discutir política é como conversar sobre o campeonato de futebol de Pinhinhiba do Sul.

Talvez seja porque efetivamente a política, na atualidade e mundialmente, passou a ser o foro dos que não são capazes de realizações substantivas e de qualidade. Política passou a ser a raia da mediocridade. Pior. Passou a ser o território privilegiado de picaretas, demagogos, incultos, oportunistas e enroladores. Por aí afora.

Quem tem talento deve canalizar seu talento como empresário, empreendedor, artista, escritor, esportista, cientista, profissional liberal, etc. Infelizmente é assim que a opinião das pessoas julga que deva ser. E, nesse consenso perverso, perdemos todos nós. Cria-se um círculo vicioso onde potenciais talentos como políticos não são atraídos e nem nutridos. E não é só no Brasil.

Diga lá o nome de um grande estadista entre os atuais chefes de estado: Bush, Chavez, Sarkozi, Gordon Brown, Ehud Olmert, Angela Merkel, Putin, Lula? Até o Mandela resolveu sair de cena para não ficar em tão má companhia. Nenhuma nação tem hoje alguém na direção política algo que possamos dizer “esse é o cara!”

Quer dizer, parece que tem novidades! Acho legal ter o Obama-lá como um possível ícone de uma renovação na política. Um cara preparado para ser bem-sucedido como advogado, ter optado por enfiar a mão na merda que é o establishment político norte-americano. Obama vem de Chicago, e a política de lá é tão ruim que um Garotinho seria considerado um estadista e um gentleman.

Pena o Gabeira não ter sido eleito aqui no Rio. Poderia dar pra gente uma sensação de renovação que ainda não tivemos desde a eleição do Lula, que acabou sendo uma profunda decepção, pelo menos para mim.

Fecha-se o espaço ponderativo!Wink

Hoje, o que eu queria era comentar o lance que o Serra realizou ontem. Conseguiu atrair para participar do seu governo o Alckmin, dando a ele o cargo de secretário de desenvolvimento. Grande jogada. Com isso neutralizou um grande obstáculo no PSDB para sua caminhada em direção ao Planalto em 2010. Agora Alckmin fica mais alinhado com o Serra e se torna virtualmente o candidato do PSDB ao governo de SP.

Para o Aécio ficou mais difícil conseguir ser o candidato do PSDB na corrida presidencial. Acho que ele não engole essa. Acho que ele vai levar muita cantada do PMDB para sair do PSDB e tornar-se o candidato do partido em 2010. De quebra tenho certeza que tem cacique no PMDB pensando em costurar uma chapa com o PT. Quem sabe a Dilma de vice?

Mas acho que só isso não basta para inovar e mudar a política no Brasil. Precisamos de mais gente talentosa subindo a bordo. Gente que tenha uma perspectiva mais nobre e mais criativa, capaz de nos empolgar com a política como nos empolgamos com uma Copa do Mundo. Acho que a crise iniciada no ano passado vai trazer surpresas e uma troca de guarda. Política com “p”maiúsculo? O reencantamento da política pode ser uma possibilidade nos tempos à frente!

As dez melhores carreiras ligadas a meio ambiente na próxima década | Fast Company

segunda-feira, janeiro 26th, 2009

Gosto muito da revista Fast Company, uma espécie de Business Week da Nova Economia. No online dela saiu uma matéria sobre as mais promissoras carreiras verdes na próxima década que deverão estar nos setores:

  • Agricultura
  • Florestal
  • Energia Solar
  • Eficiência energética para construções
  • Fabricação de turbinas eólicas
  • Biologia conservacionista
  • MBA Verde para empreendedorismo
  • Reciclagem
  • Desenvolvimento de sistemas sustentáveis
  • Planejamento urbano

 

A matéria na íntegra você pode ler aqui: Ten Best Green Jobs for the Next Decade | Fast Company

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A crise provoca mudanças positivas

quinta-feira, janeiro 22nd, 2009

Com a pressão para economizar, decidimos começar a usar para valer, tanto no escritório quanto em casa, o conjunto de utilitários OpenOffice, que é um software gratuito e aberto, que compete com o velho Microsoft Office.

Uau Smile

Estou superfeliz com os resultados. Foi uma transição suave e sem problemas. Até o aplicativo de correção ortográfica segundo a nova ortografia já está disponível.

Não sinto nem saudades do produto do Tio Bill, do qual fomos usuários cativos por mais de uma década.

Interessado? Visite e considere seriamente fazer o download da versão em português clicando aqui.

Olha só que bonitinha vai ser sua tela de abertura:

Em lagoa de piranha, jacaré nada de costas!

sábado, janeiro 17th, 2009

Na véspera do Natal, quando todo mundo fazia compras seguindo o conselho do presidente Lula, que dizia que a crise ia chegar como “marolinha” no Brasil, uma matéria muito interessante do portal da revista Exame mostrou bem a verdadeira dimensão da chegada da crise econômica. Aqui como lá fora, a “marolinha” pegou inicialmente os bilionários. Alguns exemplos: 

  • Os irmãos Constantino, donos da Gol, chegaram a ter 2,9 bilhões de reais cada um em maio de 2006. Hoje, têm 380 milhões, uma queda de 86,9%, 
  • Rubens Menin, fundador da construtora voltada para a baixa renda MRV, tinha 2,5 bilhões um ano atrás. Hoje, tem 513,4 milhões. O empresário Meyer Joseph, da construtora paulista Tecnisa, era dono de 1,3 bilhão de reais em julho de 2007. A fortuna caiu 79%, para os atuais 271,5 milhões de reais; 
  • A gestora de shopping centers Multiplan há cerca de um ano atingiu seu valor máximo na bolsa, 4,1 bilhões de reais. Hoje, vale cerca de 1,5 bilhão. Com isso arrastou a fortuna do seu maior proprietário José Isaac Peres, fundador da Multiplan e um dos ex-bilionários. Seu patrimônio em ações caiu 600 milhões de reais no último ano; 
  • José Auriemo, presidente da incorporadora JHSF viu, nos últimos 12 meses, as ações de sua companhia se desvalorizaram mais de 90%. Foi assim que ele e seu pai, Fábio, que tinham 2,2 bilhões de reais cada um, têm hoje 218,5 milhões. 
  • O maior perdedor do ano, embora não tenha se tornado um ex-bilionário, é o empreendedor em série Eike Batista que ainda no mês era tido como o homem mais rico do Brasil e que declarava querer ser o mais rico do mundo. Ao todo, sua participação nas empresas do grupo EBX chegou a somar 42 bilhões de reais. Pois desde então as ações de suas companhias caíram, em média, 80% – e seu patrimônio foi embora junto. Em dezembro, somava 10,6 bilhões de reais.

A matéria completa você pode ler clicando aqui.

Enquanto isso, analistas do Citi assinam juntos com outros um relatório de avaliação de riscos que está publicado no site do World Economic Fórum. Será que vale a pena gastar tempo lendo? Sei não, o Citi já vale menos do que o Itaú e o Bradesco e os caras não previram nada disso…

E o Obama entra em campo. Finalmente! Chegou a hora dele retribuir a expectativa das pessoas e mostrar que não é bom só em surf. Vai ter mesmo é que caminhar sobre as águas.

Trocando mobilidade física por acessibilidade digital

quinta-feira, janeiro 15th, 2009

Desde os anos 90 a humanidade global vinha vivendo um ciclo de crescimento econômico e progresso material incomparável. De repente: pimba. Parece que a festa acabou! A crise iniciada em 2008 vai se tornando mais extensa e mais séria, e tudo leva a crer que vai superar até mesmo a tenebrosa crise de 1929.

É dentro desse contexto que vai começando o ano, que deixou de ser o momento de deslanchar novos projetos e investimentos e passou a ser a hora na qual todas as empresas, de todos os portes e setores e pelo mundo afora, têm uma agenda de uma nota só: reestruturação.

Essa “reestruturação” tem sido entendida nesse primeiro momento mais como a necessidade de realizar cortes e enxugamentos mais do que qualquer outra coisa. É compreensível que assim seja, isto é, que no primeiro momento a tendência seja de jogar na retranca e jogando ao mar tudo aquilo que pode arrastar o barco para o fundo do oceano.

Mas talvez a grande questão seja inovar & mudar e não ficar tentando consertar aquilo que talvez não tenha mais conserto. Mesmo fazendo cortes é importante aproveitar o embalo e deixar para trás aquilo que fazia sentido no longínquo século XX.

Exemplo: os cortes no pesado orçamento destinado a viagens corporativas fazem sentido. Porém é estratégico considerar seriamente fazer a troca da mobilidade física pela acessibilidade digital. Mudar a cultura da empresa e adotar novas ferramentas de Tecnologia de Informação pode ser um salto de qualidade e produtividade para atender a intensa necessidade de contato colaborativo das empresas pelo mundo afora.

A Cisco tem uma ferramenta e é um bom exemplo. A empresa, que é responsável por mais de 70% do “encanamento interno” mundial da internet, não segue aquele ditado que diz “casa de ferreiro, espeto de pau”. A Cisco aplica ‘em casa’ as tecnologias que disponibiliza aos clientes. Principalmente a mais nova delas, chamada de Telepresença. Hoje, existem 269 salas de Telepresença instaladas nas unidades da Cisco ao redor do mundo. Com isso, mais de 144 mil reuniões já foram realizadas pelo sistema, evitando cerca de 27,3 mil viagens de executivos e profissionais. Isso traz uma redução de custos – estimada em US$ 237 milhões – e uma menor emissão de gases de efeito estufa na atmosfera. Calcula-se que 27,13 milhões de m3 desses gases deixaram de ser produzidos pela redução de viagens de negócios, o que equivale a tirar 11.460 carros de circulação das ruas.

Participei recentemente em uma dessas reuniões de Telepresença. Foi uma experiência marcante. É muito solução muito mais sofisticada do que uma simples videoconferência. As fotos abaixo dão uma idéia de como, até mesmo psicologicamente, a ferramenta Telepresença cria a sensação de que estão dentro da mesma sala as equipes que, na verdade, estão em locais diversos. As pessoas podem se ver, falar de forma natural, mostrar slideshow, trocar arquivos digitais. Só não conseguem mesmo se tocar fisicamente.

A Procter & Gamble é uma das empresas transnacionais que investiu nessa ferramenta de trabalho colaborativo remoto criada pela Cisco. A P&G, uma das maiores empresas de bens de consumo do mundo, com faturamento de US$ 76,5 bilhões (ano fiscal 2006/2007), acaba de finalizar um projeto global de Telepresença. Estão envolvidos no projeto, mais de 50 escritórios da empresa, distribuídos em mais de 23 países. No Brasil, a iniciativa é pioneira.

 

A Telepresença, assim como o automóvel, como o telefone, como o computador, como o celular, como a internet, é daquelas coisas que você usa pela primeira vez e pensa: “no futuro todo mundo vai ter isso em casa ou no trabalho”.

Inovação & Mudança é forma de, dentro da grande crise, começar a trazer mais para perto de nossas vidas um futuro mais legal. Eu aposto nisso. Wink

 

No youtube tem vários videos que dão mais detalhes, por exemplo:  

O avesso do desespero: os ativistas da Sociedade Digital Global

segunda-feira, janeiro 12th, 2009

 

Existe uma categoria de indivíduos que me traz muita esperança e essa categoria tem ganho muito mais impulso com a globalização, sobretudo devido ao poder de disseminação da informação através da internet. Falo dos ativistas, indivíduos e grupos de pessoas que acreditam que não é só na participação ou na militância político-partidária ou ideológica que se pode contribuir para aperfeiçoar esse nosso mundo velho! Falo de gente que escolhe uma determinada causa e que se organiza junto a outras pessoas para advogar por essa causa respeitando os marcos da democracia e da tolerância.

Quanto mais diversidade de causas, quanto mais liberdade e canais de expressão para o ativismo um país possibilitar, tanto mais rica será tanto a vida social quanto as perspectivas de realização dos indivíduos nessa sociedade.

Os EUA como sociedade sempre me impressionaram muito mais pela vitalidade e a criatividade em termos de ativismo-cidadão do que pela pujança de sua economia ou do seu desenvolvimento tecnológico.

Aliás, estou em boa e notável companhia, pois foi essa vitalidade democrática que chamou a atenção do francês Aléxis de Tocqueville, quando ele visitou os EUA, ainda nos tempos da fundação daquele país, e que por isso mesmo acabou escrevendo o clássico Democracia na América.

Felizmente a globalização não leva apenas as idéias do mundo corporativo pelo mundo; leva também essa vitalidade, essa criatividade cidadã-ativista típica dos EUA pelo planeta afora.

O anúncio acima, que me foi enviado por amigos ativistas na América do Norte, está circulando nos EUA como protesto contra a ajuda de 25 bilhões de dólares que foi dada pelo governo norte-americano para a GM, Ford e Chrysler. Essa peça é ou não é um ótimo exemplo dessa criatividade ativista-cidadã? Smile

2009 vai turbinar o começo do fim da era dos combustíveis fósseis

terça-feira, janeiro 6th, 2009

Acho que é relativamente conhecida a piada da tribo muito primitiva, que sequer sabia fazer uso do fogo, e que um dia presenciou um grande incêndio na mata causado por um raio. Após a chuva que apagou o fogo, foi possível para a tribo entrar na área incendiada, quando então foram descobertos vários animais mortos que tentavam fugir do fogo. No entanto muitos desses animais não foram totalmente carbonizados e sua carne cozida ainda se prestava ao consumo. A partir de então, toda vez que essa tribo resolvia fazer um churrasco, a turma fazia aquilo que recomendavam os seus sábios – que deviam ser os políticos e economistas lá deles: encurralava os animais a serem sacrificados em uma parte da mata e tocava fogo nela.

Não ria! Em termos de energia, ainda atualmente, a humanidade tem sido tão lambona e obtusa quanto essa tribo da piada. Os combustíveis fósseis e nucleares, que formam a base energética de nossa civilização atual, representam uma escolha insustentável do ponto de vista ambiental, de alto risco e de custo economico não mais justificável. Temos novas tecnologias que permitem escolhas mais sustentáveis e economicamente viáveis. Na verdade só temos mantido a matriz energética atual devido ao poderosíssimo lobby do setor petrolífero, o mais poderoso de todos os setores da economia, e devido à obtusidade e ignorância da elite política dirigente.

Meses atrás estive na Alemanha para uma missão focando especificamente a questão de como a aquele país está se tornando a vanguarda das energias renováveis. Lá estive em contato com diversas empresas, órgãos governamentais, institutos de pesquisas, organizações empresariais e também conversando com líderes políticos e ativistas, cientistas, técnicos e empreendedores. Foi lá que, pela primeira vez, ouvi pessoas falando e demonstrando que estamos muito mais próximos do que pensamos da “Era pós-combustíveis fósseis”. São pessoas que argumentam que, aí pelos meados desse século, as energias dominantes serão solar, eólica, biocombustível, hidráulica, geotérmica. 

Uma dessas pessoas é um cientista que conhece bem nosso país e não se cansa de vir por aqui tentar convencer brasileiros de que a melhor solução em termos de energia é esse nosso sol tropical. Stefan Krauter – esse é o nome dele – me brindou com uma paciente e detalhada explicação dos horizontes dessa nova era, considerando tanto os aspectos técnicos quanto econômicos, tanto os aspectos científicos quanto os geopolíticos, tanto os aspectos culturais quanto os infraestruturais.

Basta apenas um dos slides do Dr. Krauter para sintetizar nossa situação atual e nos fazer sentir, imediatamente, como a tribo da piada do início desse post.

O Dr. Krauter é um dos organizadores de um evento internacional que será realizado em março no Rio de Janeiro e que tem como objetivo acelerar o processo de transição das economias do planeta para um padrão de geração sustentável de energia. Quer saber mais sobre o evento? Clique aqui: Rio 9 – World Climate & Energy Event

2009? E o avesso do desespero?

sábado, janeiro 3rd, 2009

Fico meio chateado quando as pessoas me chamam de otimista e na verdade pretendem simplesmente descartar meus esforços racionais para enxergar caminhos positivos para trilhar no meio da confusão. Pode ser que essa minha bronca esteja relacionada com o fato de que, para muita gente boa, um otimista é no fim das contar uma pessoa naïf. Afinal o grande pensador e homem de ação John Kenneth Galbrait dizia cinicamente:

 “Todos concordamos que o pessimismo é uma marca do intelecto superior e
que só o homem que acha que tudo vai mal e espera que tudo vá de mal a pior
é julgado detentor de um espírito claro”.

Já reparei que toda a mídia, principalmente os colunistas, resolveu prenunciar o ano de 2009 como o tempo da penitência. Para falar a verdade, eu mesmo aqui nos meus posts anteriores tenho me juntado a esse coro de cassandras – gente que prediz com insistência desgraças ou situações indesejáveis.

Meu ganho de vida tem sido a atividade de consultoria ajudando empresas e organizações a analisar mercado e suas perspectivas e a desenhar caminhos para navegar, sobretudo, em águas turbulentas. Se me for possível usar apenas uma palavra para definir minha atividade uso a palavra estratégia. Uma das mais importante das qualificações para poder ser um bom estrategista é acreditar que o futuro não é maktub. Isso é que o futuro “não está escrito”.

Um estrategista não é um otimista por natureza. É apenas uma pessoa que crê firmemente que os caminhos à frente são sempre variados, mesmo em situações onde as coisas não são lá muito positivas. Cabe a ele, mesmo em situações extremamente adversas, ter o talento e a cabeça fria para encontrar rumos navegáveis em direção aos portos mais seguros e venturosos.

Acho que o ano de 2009 pode ser, no final das contas, uma espécie de “copo pela metade”: meio-vazio para uns e meio-cheio para outros, como essa figurinha que vai aí embaixo, na qual você pode ver as coisas subindo, ou então descendo!

 

 

As coisas certamente vão ficar mais pretas nos meses à frente. Disso não tenho dúvida. Mas eu acho que o novo pode – e vai! – emergir no meio dessa confusão. Penso que o avesso do desespero – que é a esperança! – pode ter bases bem racionais para se enraizar e prosperar. Afinal isso é a base da existência humana no que ela tem de melhor. Por isso acho que é oportuno trazer aqui no meu blog alguns argumentos para mostrar porque 2009 pode ser um copo meio-cheio. Isso será o papo de outros post.

Se você enxerga essas possibilidades positivas, mande então um e-mail para mim: ricardo@ricardoneves.com.br. Está comprovado que a maioria das pessoas prefere esse contato a fazer comentários públicos em blog.

 

Em tempo: muita saúde e inspiração para todos em 2009!

 

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